“É para alertar as famílias. As crianças não reproduzem o que elas não vivenciam. No primeiro dia de aula, minha filha encontrou com os amiguinhos e ficou tão feliz que toda hora abraçava e dava um beijo neles. Ela foi fazer isso em uma das crianças, que se esquivou. Eu, como mãe, arquivei. E a criança não tem culpa, gente. Se a criança fica frustrada, não consegue algo e morde, bate em outra, o que ela está vendo dentro de casa? Como as pessoas que cuidam dela tratam uns aos outros? Eu não sou perfeita. Eu e meu marido não somos donos da razão. Mas prezamos pelo respeito, pelo afeto, por isso ela é assim com as outras crianças. E não tem essa de ‘bateu, levou’, essa não é a minha índole”.



