Mestre Ciça 'duplicado', Cão Orelha e falhas no som: os altos e baixos da segunda noite do Grupo Especial do Rio

A segunda noite do Grupo Especial do carnaval do Rio foi recheada de surpresas. Além de grandes homenagens — como a Mestre Ciça, pela Viradouro, e a Rita Lee, pela Mocidade —, que emocionaram o público, os desfiles também foram marcados por momentos que agitaram a arquibancada da Sapucaí. Teve a ala de cães caramelos, de óculos coloridos, em referência ao cão Orelha; Mestre Ciça deixando a Avenida de cadeira de rodas e retornando de moto para desfilar duas vezes; e a estreia da primeira mulher como puxadora de samba na história do Grupo Especial.
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Pontos altos
Voz feminina da Beija-Flor: Jéssica Martin, a única mulher puxadora de samba no Grupo Especial, levantou a arquibancada da Sapucaí durante o desfile da Beija-Flor. Na Avenida, muitos comentaram sobre a potência da voz de Jéssica e como ela se sobressaía e levantava o público. Ela foi a voz oficial da escola ao lado de Nino do Milênio, substituindo Neguinho da Beija-Flor, que se aposentou após 50 anos no microfone da azul e branca.
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Homenagem ao Cão Orelha: Morto por adolescentes em Florianópolis no início de janeiro, o cachorro foi homenageado no desfile da Mocidade. A lembrança do animal apareceu em uma das alegorias da escola. No carro, vários cães caramelos, de óculos coloridos, foram identificados com plaquinhas nas quais aparece o nome do cachorro.
Mestre Ciça se duplica na Avenida: Moacyr Silva Pinto, o Mestre Ciça, de 69 anos, foi o grande homenageado da Viradouro no desfile deste ano. Ele decidiu não apenas participar da apresentação, mas se “duplicar” para aparecer em dois momentos distintos da passagem da escola pela Sapucaí. Após surgir como destaque na comissão de frente, atravessou novamente a Avenida para desfilar à frente da bateria, responsável por encerrar o desfile. Para conseguir cumprir o trajeto a tempo, deixou a Apoteose em uma cadeira de rodas. Depois disso, ele foi levado às pressas até uma saída do setor 12, onde subiu em uma moto para retornar o percurso.
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Pontos baixos
Travas no som: Quem esteve na Sapucaí na noite de segunda para terça-feira percebeu falhas no novo sistema de som da Avenida, que substituiu os caminhões com caixas acústicas. Foliões relataram que os problemas assustaram o público. Durante os desfiles da Beija-Flor e da Viradouro, o samba e o som da bateria sofriam uma espécie de “corte”, com o áudio sumindo por um segundo.
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