Em 14 de agosto, a diferença havia diminuído para quatro pontos: 45% temiam a volta dos Bolsonaro e 41%, a reeleição do petista. Na primeira pesquisa de setembro, os índices passaram a marcar 43% cada. Agora, o medo da continuidade de Lula assume novamente a dianteira numérica, por 44% a 42%, embora os dois percentuais continuem tecnicamente empatados.



