Mauro Rubem relembra ações contra a taxação ao agronegócio e esquema financeiro


Durante as discussões constantes da Ordem do Dia, Mauro Rubem (PT) declarou seu voto favorável ao fim da chamada “taxa do agro”, em pauta no plenário da Assembleia Legislativa de Goiás nesta quarta-feira, 11.

O parlamentar relatou uma ação do Partido dos Trabalhadores junto ao Supremo Tribunal Federal em relação à causa. Ele destacou, como base para tal ação, os supostos desvios e a malversação de verbas públicas, além de contratações sem licitação.

Em seguida, Rubem voltou a abordar a crise financeira que tem no centro o Banco Master. Na visão do petista, o ex-presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, que esteve à frente da instituição entre 2019 e 2024, “ajudou a proteger a instituição ao impedir investigações”.

De acordo com o parlamentar, a mudança na presidência do BC, com a chegada de Gabriel Galípolo, em 2025, permitiu que essas investigações seguissem curso. “Agora, estamos abrindo esse esgoto de corrupção, esquemas e fraudes que o Banco Master, hoje, mostra”, argumentou.

Rubem fez referência aos políticos arrolados ao caso, a partir de dados no celular do presidente do banco, Daniel Vorcaro. “Sabemos quem fez uso e se lambuzou do esquema do Banco Master”, declarou.

O deputado estadual correlacionou, por fim, o caso do Banco Master com a Operação Carbono Oculto, que investigou o envolvimento de fintechs – empresas tecnológicas que oferecem serviços financeiros digitais – para lavagem de dinheiro, inclusive de facções criminosas; e a privatização da Sabesp, a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo.



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