O passar dos anos, a aposentadoria, a saída dos filhos de casa e as perdas naturais do envelhecimento podem deixar a rotina de muitos idosos mais solitária. Especialistas alertam, no entanto, que manter uma vida social ativa ultrapassa o bem-estar emocional: o convívio frequente pode fortalecer a saúde física e mental, além de ajudar na prevenção de doenças neurocognitivas, como a demência e o Alzheimer.



