A abstenção de 23,3% vale, claro, para todos os cargos em disputa, já que as pessoas deixaram de comparecer às urnas. O que chama atenção no caso fluminense é que, enquanto 4,97% anularam ou optaram pela tecla “branco” na hora de escolher um candidato a presidente, 11,9% o fizeram quando era a hora de definir um governador. É mais que o dobro.



