“Depois de anos afastado do audiovisual, focado no teatro como ator e diretor, fiquei muito feliz em ter essa experiência de uma novelinha vertical. Conversei bastante com a diretora, Roberta (Richard), e ela me explicou tudo sobre a trama e esse novo formato. Falei: ‘Vamos fazer!’. Meu personagem é bem distante de mim: um sujeito sério, executivo. Tentei me espelhar nesses grandes CEOs”, conta Leme, cujo último trabalho em novelas foi “A terra prometida” (2016, Record TV): “Também foi muito gostoso trabalhar com a Giulia Gam, uma pessoa que adoro há tanto tempo e com quem já fiz novelas no passado”.



