No texto, a direção lamenta o episódio e diz que ele “extrapolou os muros escolares e se tornou crime digital”. “A proteção de crianças e adolescentes na internet ganhou novos contornos com a regulamentação do ECA Digital, que reforça direitos, deveres e cuidados nas redes. Em consonância com a legislação brasileira, o Colégio Cruzeiro atuou no âmbito penal. Denunciamos a ação às autoridades competentes, exigimos e obtivemos a imediata remoção do conteúdo da plataforma. No âmbito escolar, acolhemos as alunas que foram vítimas e comunicamos as famílias”, afirma o comunicado.



