“Para a Justiça, o homem que ajudou ou ajuda a criar a criança deve ser considerado pai ‘socioafetivo’, que, perante a lei, tem exatamente as mesmas responsabilidades, obrigações e direitos de um pai ‘biológico’. Na grande maioria dos casos, o homem que ajudou a criar a criança, perante a lei, é considerado pai ‘socioafetivo’. Enrico é meu filho, é assim que sinto no meu coração. Eu o criei”, declarou Amaury Nunes a O Globo na ocasião.



