“A evidência que sustenta a inclusão do investigado na presente investigação é a menção de seu nome em uma conversa de WhatsApp travada entre terceiros — Edgar Alves de Andrade, o ‘Doca’, e o falecido Elder de Lima Landim, o ‘Dom’ —, datada de 25 de março de 2025, na qual se registra suposta autorização para que o vereador ‘trabalhasse’ na Comunidade da Gardênia Azul e fosse prestado suporte aos seus projetos.”



