A medida foi requerida pelo Grupo Executivo de Atuação Especializada no Enfrentamento à Violência contra a Mulher (Get-Vim) do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), que reconheceu condutas que violam a dignidade da aluna e sua situação de vulnerabilidade. De acordo com o MPRJ, as investigações sobre a conduta do professor começaram após denúncias de assédios moral e sexual no campus da Faculdade de Direito, no Centro do Rio.



