Diante disso, a equipe de Ações Regressivas da Procuradoria-Geral Federal (PGF) — órgão ligado à Advocacia-Geral da União (AGU), que representa o INSS — ajuizou uma ação regressiva acidentária., pedindo o ressarcimento ao instituto. A empresa tentou afastar sua responsabilização apontando a culpa do trabalhador pelo acidente, mas os argumentos não foram aceitos pela Justiça.



