O quarto dia do julgamento de Jairo Souza Santos Júnior e Monique Medeiros pela morte do menino Henry Borel sofreu um atraso na manhã desta quinta-feira após uma jurada passar mal no plenário do II Tribunal do Júri, no Centro do Rio.
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Segundo informações obtidas pelo GLOBO, a jurada está sendo atendida neste momento. A sessão estava prevista para começar às 9h, mas ainda não havia sido retomada até o fim da manhã.
Caso a jurada não tenha condições de continuar participando do Conselho de Sentença, o julgamento poderá precisar ser reiniciado em outra data. Isso porque, no Tribunal do Júri brasileiro, não existem jurados suplentes após a formação definitiva do conselho.
Como o júri popular exige que os sete jurados acompanhem integralmente todos os depoimentos, debates e provas desde o início da sessão, a saída definitiva de qualquer integrante impede a continuidade do julgamento da forma como ele está sendo conduzido atualmente.
O julgamento já entrou no quarto dia e soma dezenas de horas de depoimentos. Entre as testemunhas já ouvidas estão delegados responsáveis pela investigação, um psiquiatra da acusação e médicos que atenderam Henry no Hospital Barra D’Or na noite da morte.
A expectativa desta quinta-feira é pela oitiva de Kaylane Pereira, filha de uma ex-namorada de Jairinho, que afirma ter sofrido agressões do então padrasto quando era criança. Hoje maior de idade, será a primeira vez que ela falará publicamente sobre o caso.
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