Aos 24 anos, Guilherme de Oliveira encontrou no tatame uma forma de desafiar diariamente os limites impostos pela paralisia cerebral tetraplégica espástica. Faixa-azul de jiu-jitsu, ele treina há mais de três anos em Itaguaí e já participou de três campeonatos. Entre medalhas e graduações, porém, algumas das conquistas que mais emocionam quem acompanha sua trajetória acontecem longe do pódio, como conseguir ficar em pé e caminhar com apoio durante os treinamentos.




