O Estado afirma que Pike deseja ser alojada na Unidade 3A, uma área de assistência onde detentas com dificuldades de mobilidade e outras necessidades médicas podem receber apoio, mantendo, ao mesmo tempo, contato com outras presas. No entanto, as autoridades argumentam que a unidade funciona, na prática, como uma casa de repouso — e não como um hospital — e que não possui condições de oferecer o tratamento intensivo de que a condenada necessita atualmente.




