“Iniciar a sessão com uma invocação significa permitir pontos de vista que podem não refletir os nossos. Allém disso, reagir à invocação de alguém abre um precedente perigoso, podendo gerar ônus financeiro para os contribuintes e dar margem a objeções ou respostas por parte de terceiros”, defendeu Cara, que, na verdade, havia votado contra as invocações, mas, isolada, acabou vencida.




