Em seu relatório, o TCU afirma que a equipe dedicada a cuidar da automação ainda é reduzida e que há limitações nos sistemas mantidos pela Dataprev, empresas responsável pelo processamento de dados previdenciários. Segundo a auditoria, a maior parte deles foi desenvolvida ainda nos anos 1990. O TCU, então, recomenda que o INSS atualize as tecnologias usadas e busque melhorias.



