O Brasil começa sua jornada no mata-mata da Copa do Mundo de 2026 nesta segunda-feira, 29, contra o Japão, entrando em campo como favorito — o Japão nunca ganhou um jogo de mata-mata em Copas. A imprensa internacional está longe de prever um jogo tranquilo para a seleção brasileira.
Veículos da Europa, Ásia e Oriente Médio destacam a superioridade técnica da equipe de Carlo Ancelotti, enquanto apontam a disciplna japonesa como a principal ameaça à Seleção.
O Al Jazeera, um dos principais veículos do mundo árabe, classificou o confronto como um dos mais “interessantes” desta fase do Mundial e destacou o duelo entre o talento ofensivo do Brasil e a disciplina coletiva do Japão.
Já o britânico The Guardian afirma que a equipe de Carlo Ancelotti chega em seu melhor momento na competição e aponta Vinícius Júnior como o principal nome brasileiro, mas ressalta que os japoneses têm características capazes de dificultar a vida da Seleção.
O respeito ao Japão também aparece na Reuters, que destacou a preparação da equipe para uma eventual disputa por pênaltis e lembrou da vitória japonesa por 3 a 2 sobre o Brasil em um amistoso no ano passado.
A agência ressalta, porém, a ausência do atacante Takefusa Kubo, principal destaque da seleção asiática.
Já Vini Jr. aparece como um dos principais personagens da cobertura internacional. O The Guardian afirma que o atacante vive seu melhor momento na Copa do Mundo e o coloca como a principal esperança ofensiva do Brasil diante da sólida defesa japonesa.
O protagonismo do brasileiro também é reforçado por outro, como o americano Fox Sports, que aponta Vinícius como o jogador mais capaz de decidir a partida em jogadas individuais. O veículo também vê a seleção como favorita, mas ressalta a disposição japonesa em quebrar o tabu de nunca ter ganho uma partida de mata-mata em Copa do Mundo
O consenso, na imprensa internacional, é de que, embora o Brasil entre como favorito em campo, a partir do momento que a bola rolar, tudo muda: a disciplina japonesa pode ser uma “pedra no sapato” da seleção brasileira, sendo, provavelmente, o nosso maior desafio até agora na Copa do Mundo.



