O caso se arrastou por mais de um ano até que, na última terça-feira (17), uma juíza do tribunal da primeira instância decidiu que, de fato, Klevis não poderia ser deportado porque o filho “tem dificuldades com certas texturas de alimentos e uma dieta limitada”. A criança portanto, foi considerada um caso “especial”, que precisa de apoio contínuo, o que justifica a permanência do albanês e da família no Reino Unido.



