— Para voar no Brasil, é preciso tecnologia, segurança e confiança no equipamento. Nós começamos (a testar) em locais que não eram tão complexos como aqui, em vários lugares do mundo. Voltamos agora para essa rota que é, sem dúvida, a mais desafiadora. A rota de cada um dos drones, que altitude nós vamos voar, isso tudo é predeterminado para que sempre haja uma consistência nas operações.



