Para aprofundar esta análise, pesquisadores acompanharam idosos ao longo de uma década. Primeiro, avaliaram a frequência com que os participantes pedalavam em 2013 e monitoraram, até 2023, se passaram a necessitar de cuidados de longo prazo ou tinham morrido. Na segunda etapa do estudo, examinaram mudanças no comportamento entre 2013 e 2017, como começar, parar ou manter o hábito e seus impactos na saúde futura, incluindo uma análise específica de pessoas que não dirigiam.



