Já começamos a fazer experimentos cruzando as bases de medicamentos, por exemplo, para indicar às pessoas que a medicação dela está disponível na Farmácia Popular. Essa proatividade do governo está sendo colocada como prioridade: em vez de ser reativo, da pessoa ter que requerer, e às vezes ela não tem conhecimento sobre aquilo, estamos procurando ser proativos nessa atitude. Na AGU (Advocacia-Geral da União) você já tem peças que estão sendo produzidas com uso da inteligência artificial. Já temos mecanismos de agendamentos para determinados atendimentos que você pode usar para otimizar (a marcação, porque) muitas vezes demora o agendamento da consulta médica. Essa é uma iniciativa que roda há algum tempo em parceria com a Prefeitura de Recife. Tem em procedimentos médicos também uma iniciativa dentro do Ministério da Saúde para uso disso no tratamento de imagens. O próprio Ministério da Saúde tem uma Secretaria de Saúde Digital que, na verdade, está de olho nesse uso da inteligência artificial. Nos processos de compra das aquisições feitas pelo governo federal, usamos com a CGU (Controladoria-Geral da União) um software que se chama Alice, que faz uma análise de todos esses processos de compra para saber se estão em conformidade com a legislação e com os acórdãos que saíram do TCU (Tribunal de Contas da União) para que aquela licitação ocorra sem problemas.




