Joel registrou o desaparecimento de Ronna em 1988 e obteve o divórcio em 1990. Um ano depois, em 1991, o Gabinete do Xerife do Condado de Green recebeu um crânio enviado por um remetente anônimo. O item foi encaminhado à Universidade do Colorado para análise. Passaram-se mais seis anos até que os investigadores declarassem Ronna morta, em 1997, e outros tantos até que exames adicionais confirmassem, em 2001, que o crânio pertencia a ela.



