Guilherme Delaroli, presidente em exercício da Alerj, pode assumir o governo do Rio mesmo sem previsão legal


Nem os constituintes de 1988 imaginavam o que aconteceria no Rio quase 40 anos depois: o esgotamento da linha sucessória do governo fluminense. A partir de domingo, nenhum dos quatro ocupantes dos cargos previstos em lei estará apto a comandar o estado. Ontem, após a ida de Cláudio Castro (PL) para a Europa, assumiu o Palácio Guanabara o presidente do Tribunal de Justiça, o desembargador Ricardo Couto de Castro, último da lista legal de substitutos do titular. No entanto, ele também tem viagem marcada para o exterior em 1º de fevereiro. Assim, para não deixar o segundo maior estado do país acéfalo, ficou acertado que caberá ao presidente em exercício da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), Guilherme Delaroli (PL), governar os 16 milhões de habitantes até o retorno de Castro, previsto para 7 de fevereiro.



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