— Participei da seletiva do “BBB” uma vez, mas acabou não dando certo… Eu gostaria de emocionar o Brasil também dessa forma, sem ser por meio de uma personagem. Fazer com que as pessoas possam se identificar comigo não por eu ser trans, mas por eu ser humana, por eu ser parecida com uma filha, uma irmã, uma prima, uma tia de alguém, sabe? É isso que eu escuto nas ruas, é isso que me faz vibrar — entrega a hoje moradora da Tijuca, natural de São Gonçalo, cidade da Região Metropolitana do Rio.



