Golpe do falso advogado: Polícia Civil do Rio prende dois suspeitos

Policiais civis da Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI) fizeram, nesta quarta-feira, a Operação Fake Lawyer contra suspeitos de se passarem por advogados para dar golpes. Os dois alvos da ação tiveram a prisão preventiva decretada pela Justiça e foram presos — um deles na capital fluminense e outro em Santa Bárbara d’Oeste, no interior de São Paulo.
Vítimas sofreram escoriações: Duas pessoas são resgatadas após serem atingidas por onda em pedras de Búzios
Vagas de rua no celular: Rio Rotativo Digital passa a valer sexta na Lagoa; veja como vai funcionar
As investigações começaram após uma vítima denunciar aos investigadores ter sido induzida a acreditar que havia obtido êxito em um processo judicial e que, para receber os valores supostamente devidos, precisaria fazer transferências bancárias. Convencida pelos criminosos, ela acabou tendo um prejuízo de cerca de R$ 65 mil.
De acordo com a apuração policial, a conta bancária da vítima foi acessada a partir de uma conexão de internet de um dos investigados — o que, segundo os agentes, evidencia que ele foi o beneficiário direto dos valores obtidos por meio da fraude. Em relação ao outro suspeito, foi constatado, conforme as investigações, que a conta usada no crime foi aberta em seu nome com o uso de mecanismos para burlar os sistemas de segurança da instituição financeira. Além disso, os policiais descobriram que o homem possui antecedentes criminais por roubo.
Os investigadores descobriram ainda que os suspeitos respondem a outro procedimento policial por crimes semelhantes ao que resultou na Operação Fake Lawyer. Agora, os presos foram indiciados por estelionato e denunciados ao Ministério Público.
A Polícia Civil alertou que neste tipo de golpe os criminosos usam dados de processos judiciais, perfis falsos em redes sociais e aplicativos de mensagens para enganar as vítimas, causando consideráveis prejuízos financeiros e comprometendo a confiança no sistema de Justiça. “Antes de realizar qualquer transferência, é necessário confirmar com o advogado ou com o escritório responsável a necessidade de pagamento relacionada a processos judiciais”, destacou a corporação.
Em outro trecho, a instituição orientou que “todos os casos sejam registrados para que possam ser investigados de forma individual e para que os autores sejam identificados e responsabilizados criminalmente”.



Source link

- Advertisement -spot_img

More From UrbanEdge

- Advertisement -spot_img