Ginecologista é preso suspeito de estuprar paciente durante trabalho de parto no Paraná


A primeira denúncia formal foi feita por uma mulher de 24 anos, moradora de Teixeira Soares, atendida pelo médico no início de fevereiro, na rede pública de saúde de Irati. Sete dias depois de um exame com Felipe Lucas, ela procurou a polícia, afirmando que o médico fez “massagens íntimas” durante o exame e relatando ter descoberto depois, com outros profissionais, que os procedimentos “não eram normais”. Ainda segundo a investigação, o prontuário eletrônico da paciente no local não tinha registros clínicos do atendimento feito pelo médico.



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