Os níveis de eficiência energética de geladeiras e freezers vão mudar a partir do próximo ano. Com a eliminação das subclasses de classificação, o consumidor passará a encontrar nos selos apenas três categorias: A, B e C.
Atualmente, a tabela conta com selos que vão de A+++ a A para os modelos mais eficientes, seguidos de B, C, D e E, o menos eficiente. Com as mudanças, a classificação em 2026 ocorrerá da seguinte forma:
Produtos A+++ e A++ passam a ser A
Produtos A+ e A passam a ser B
Produtos B passam a ser C
Categorias D e E deixam de existir
Segundo o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) — responsável pela certificação dos selos de eficiência energética —, o objetivo da mudança é reduzir o valor da conta de luz para o consumidor e, a longo prazo, diminuir o consumo de energia no país.
Com as alterações, alguns produtos vão deixar de ser vendidos. Os menos eficientes puderam ser fabricados até o final de 2024 e vendidos no varejo até o fim de 2025.
A atualização foi discutida pelo Inmetro, em parceria com fabricantes de refrigeradores e freezers, representados pela Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros). A atualização do Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE) foi iniciado em 2021 e vai até 2030.
Em julho de 2022, os modelos mais eficientes passaram a ser classificados como A+++, com consumo até 30% menor em relação ao antigo A; A++, com redução de 20%; e A+, com economia de 10%. Em 2026, as subclasses serão eliminadas, tornando o nível A mais rigoroso.
Até 2030, a meta é que as geladeiras comercializadas no país atinjam níveis de eficiência energética semelhantes aos da União Europeia. Com isso, a classificação ficará da seguinte forma:
Etiquetas A e B serão as mais eficientes
Etiquetas C serão as menos eficientes, equivalentes ao A++ ou A+ de 2025
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