— Agora tive novas emoções. A minha mãe é policial militar e me educou falando que eu não podia demonstrar fraqueza, que eu não podia chorar diante dos inimigos, que eu não podia deixá-los terem o controle sobre minhas vulnerabilidades. Por mais que eu tenha trabalhado muito isso em terapia, foi difícil. Esses gatilhos são relacionados à minha educação, à ideia de que preciso demonstrar força, como um escudo, me protegendo o tempo todo — pontua.



