O Fluminense divulgou o balanço financeiro referente ao ano de 2025 nesta quita-feira, último dia do prazo legal. No documento, auditado pela empresa BDO, o Tricolor destacou o maior faturamento bruto de sua história, que ultrapassou R$ 1 bilhão de reais, ao passo que a dívida acompanhou esse crescimento. Outras métricas em destaque pela gestão foram o superávit pelo quarto ano consecutivo e um EBITDA recorde.
A receita histórica da temporada passada é composta por diferentes frentes, sendo a principal a premiação por performance, alavancada pela grande campanha no Mundial de Clubes, que subiu de R$ 68 milhões para R$ 363 milhões. No que diz respeito aos direitos de transmissão, o valor passou de R$ 98 para R$ 162 milhões, enquanto a renda de patrocínios e licenciamento aumentou de R$ 78 para R$ 132 milhões, e de bilheteria subiu de R$ 29 para R$43 milhões.
NNo entanto, como aponta o gráfico utilizado pelo clube, a dívida está no mesmo patamar, chegando a R$ 1,43 bilhão. O valor, contudo, não assusta a direção, que considera a situação “mais equilibrada e estruturada do que em anos anteriores”, uma vez que o crescimento da receita (de 285%) se dá em ritmo superior ao da dívida (que aumentou em 20%). Além disso, o Fluminense reforça que nesse período conseguiu renegociar os valores, jogando-os para o médio e longo prazo, sem comprometer o fluxo de caixa. O clube destaca também a importância do Regime Centralizado de Execuções (RCE), fundamental na reorganização financeira ao impedir penhoras e bloqueios judiciais.
Nessa linha, o clube reduziu seu passivo a descoberto (diferença entre receita e dívida), que já foi de R$ 600 milhões em 2019, e hoje é de apenas R$ 21 milhões. Ainda, aumentou o EBITDA, indicador que mede a capacidade de geração de caixa operacional, desconsiderando efeitos econômicos e tributários.
Ainda sobre a dívida, parte relevante está associada ao investimento feito na contratação de jogadores que representam um ativo esportivo e econômico do clube, o que permite reaver esse valor em futuras negociações. É o segundo maior valor, atrás da dívida tributária, de quase R$ 470 milhões.o entanto, como aponta o gráfico utilizado pelo clube, a dívida está no mesmo patamar, chegando a R$ 1,43 bilhão. O valor, contudo, não assusta a direção, que considera a situação “mais equilibrada e estruturada do que em anos anteriores”, uma vez que o crescimento da receita (de 285%) se dá em ritmo superior ao da dívida (que aumentou em 20%). Além disso, o Fluminense reforça que nesse período conseguiu renegociar os valores, jogando-os para o médio e longo prazo, sem comprometer o fluxo de caixa. O clube destaca também a importância do Regime Centralizado de Execuções (RCE), fundamental na reorganização financeira ao impedir penhoras e bloqueios judiciais.
Ainda sobre a dívida, o Flu explica que parte relevante está associada ao investimento feito na contratação de jogadores que representam um ativo esportivo e econômico, o que permite reaver esse valor em futuras negociações.
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