— Meu pai sempre foi o meu melhor amigo, perdi um grande pedaço de mim. E a proximidade com datas festivas mexem com a gente. Estou agora na fase de me descobrir, ou melhor, me reencontrar. Mudar de casa, primeiro, me ajudou muito, porque estava pesado o clima na casa que morava com o meu pai, meu filho (Ridan, de seis anos) estava sentindo a falta do avô… Agora, criei também o “Flora na folia” e estou investindo neste projeto. É ocupando a mente e correndo atrás — diz Flora.



