Desde o sumiço, o corpo de Breno é procurado pelo pai, o sargento da PM Francisco (nome fictício). O jovem é tratado, na investigação da Polícia Civil, como vítima de homicídio e ocultação de cadáver. O fogo foi controlado rapidamente e não houve registro de feridos ou interdições na via, de acordo com o Centro de Operações Rio (COR). Moradores afirmam que, ao atearem fogo, criminosos fizeram ameaças a quem mencionasse o nome de Breno. Segundo relatos, qualquer pessoa que falasse sobre o jovem teria o destino dele, em referência ao chamado “tribunal do tráfico”.



