Famílias citam dificuldades no reconhecimento dos corpos de mortos em megaoperação; perícia independente é solicitada


Depois da guerra que matou pelo menos 121 pessoas nos complexos do Alemão e da Penha, na Zona Norte do Rio, ecos da batalha chegaram ontem ao Instituto Médico-Legal (IML). No início da noite desta quinta-feira, dezenas de mulheres se ajoelharam nas pistas da Avenida Francisco Bicalho, no Centro, em frente ao local, cobrando a identificação dos corpos. Mais cedo, parentes já tinham reclamado por estarem sendo impedidos de reconhecer as vítimas. E defensores públicos reagiram ao serem impedidos de acompanhar o trabalho da perícia.



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