O talento e a experiência de Neymar surgem como trunfo. Por ora, não para melhorar o futebol do time. Mas para prorrogar a presença nesta Copa. O camisa 10 não tem a explosão de antes, e tampouco se espera dele o êxito em duelos individuais – como eu, por exemplo, gostaria de ver. No entanto, Neymar pode funcionar tanto no elo com o ataque, quanto na bola que sobra na área – pela visão de jogo, pela técnica e pela noção de espaço. E com o tempo (se tempo houver!) injetar qualidade.



