— Se você tem fiscais e delegados das coligações por todo o país com a atribuição de verificar qualquer ilegalidade, qualquer intercorrência, isso teria que ter sido alertado antes para dar tempo de operacionalizar, e todo mundo tomar ciência da prorrogação do horário — diz Damian, que considera a situação inédita.O professor de Direito Público da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) Wallace Corbo avalia que a decisão de Zanin foi acertada, mas levantou questões em relação a como se daria o seu cumprimento.




