Nesse sentido, a aversão à perda funciona como um “freio” escondido: a pessoa confiante não o ignora, usando-o nas decisões que toma, mas de forma escondida. Assim, o outro não percebe que a pessoa considera, em algum momento, errar: usa a cautela para não se dar mal, mas continua passando a imagem de confiança para os outros.




