Segundo o MP, Marcelo orientou a então companheira, Thays Pinho Carneiro da Silva, a abrir um microempreendimento individual (MEI) para ser contratado pela Engeconsult, empresa que mantinha contratos milionários com o Rio Metrópole e cujos ajustes dependiam da análise da Procuradoria chefiada por ele. O contrato previa o pagamento de R$ 30 mil, em seis parcelas de R$ 5 mil, por supostos serviços administrativos. O MEI teria sido utilizado para ocultar o pagamento de vantagem indevida a Marcelo.



