“A ‘Playboy’ brasileira foi a primeira a quebrar a apólice da ‘Playboy’ de Chicago ao falar de camisinha em plena era da Aids. A primeira reportagem que chegou à minha mesa era sobre sexo coletivo e não tinha uma referência sequer à camisinha. Eu chamei o editor e ele riu na minha cara, dizendo que tinham três assuntos proibidos na ‘Playboy’: arma porque a revista é a favor da vida, calvície e não se associa prazer e sexo a doença. Então, não se fala de camisinha”, lembrou o ex-diretor de redação Juca Kfouri no Alt Tabet, no YouTube.



