“Tenho 41 anos, sou policial militar há 16 e estou no Bope há uma década. Venho de família de policiais: meu avô, meu pai, meu irmão. Sempre quis isso, cresci vendo essa rotina dentro de casa. Tentei o curso do Bope pela primeira vez, fui desligado, e, poucos meses depois já estava de volta, numa situação que até surpreendeu os instrutores, porque normalmente o intervalo é maior. Eu me formei no curso de ação tática em 2015 e, em 2018, fiz o curso de operações, o Caveira. Estar no Bope é uma realização pessoal muito grande. Nossa família tem que estar alinhada, porque você realmente se desliga do mundo lá fora.




