— Ninguém que mora em região tomada pelo tráfico tem direito de ir e vir, os direitos são mitigados. Existe uma ficção de Direito. Se você pegar um Uber, vai tomar paulada. Não estou retirando um direito que já existe, as pessoas vivem num regime opressivo liderado pelos criminosos — apontou. — O que vamos fazer é uma política de ocupação e de destruição da liderança do crime organizado, e, aí sim, a política de desfavelização, que é levar o Estado e dar, além de deveres, direitos a essas pessoas.



