Contratada em 2013 por uma empresa para atuar em outra na oferta de empréstimos e financiamentos, a trabalhadora foi dispensada sem justa causa em 2016. Na ação, relatou que as reuniões eram chamadas de “reunião dos desesperados” devido a cobranças agressivas e ameaças veladas de demissão. Para cumprir as metas, era obrigada a fazer um trabalho de telemarketing, realizando cerca de 540 ligações diárias, além de suportar pressão diária da chefia, com exigência mínima de 100% de desempenho.



