“Eu ainda tenho direitos como cidadã americana e como paciente, e tenho o direito de decidir o que acontece comigo, com meu corpo e com meu bebê”, rebateu a gestante. “Tenho outros filhos no mundo que precisam de mim. E esse é o meu direito, porque, no fim das contas, se eu morrer por causa de uma cesariana, ninguém nesta ligação vai cuidar dos meus filhos. Eles vão me amarrar e me fazer uma cesariana contra a minha vontade?”, completou ela.



