Em São Gonçalo, filho descobre cadáver de um homem enterrado no lugar do de sua mãe


— Ela morreu em 2022. Até o enterro, tudo aconteceu normalmente. Anotamos o número do jazigo, assim como a administração do cemitério registrou. Fomos informados de que teríamos que voltar dali a três anos. Em março de 2025, eu retornei. Quando chegamos, um funcionário subiu num andaime, foi até a gaveta, que fica na parte de cima, e disse que o corpo dela ainda estava com matéria e que ainda não era possível fazer a exumação. Ele perguntou: “Você quer ver?” Como era um funcionário informando, eu disse que acreditava nele e que não queria vê-la naquele estado. Ele, então, fechou a gaveta e disse para voltarmos à administração para marcar para um ano à frente. A todo momento eu dizia que era o corpo da minha mãe. Ela era espírita. Então, enterramos cmo um vestido branco. O corpo que encontramos lá era de alguém de calça, blusa e com uma arcada dentária com aparelho nos dentes — relata Alexandre Ribeiro da Silva.



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