— Até brinco que “A Moreninha” (1975) até hoje está na minha memória, não só das pessoas mais velhas, mas dos filhos e netos dessas pessoas maduras que agora assistem pelo Globoplay. É uma personagem romântica, de uma adaptação de um romance brasileiro. Depois, um desafio que foi a “Casa das sete mulheres” (2003), muito importante para mim porque trouxe uma Nívea mais dura, rebelde e agressiva. Foi um dos trabalhos em que eu recebi prêmios, inclusive — relembra.



