— Do nada, eu vejo uma porrada no vidro. Era um motoboy sozinho, com roupa aparentemente de motoboy, mandando eu entregar o relógio e o telefone, e batendo com o dedo no gatilho. Eu me desesperei. Pensei que, a qualquer momento, se ele batesse de novo, poderia acionar o gatilho e me dar um tiro na cabeça. Quando eu estava tentando entregar, ele ficou nervoso também, porque estava quase caindo da moto. Ele colocou a arma na minha cabeça e disse: “Vou te matar, vou te matar”. Eu falei: “Calma, estou te dando” — relatou.




