Para início de conversa, é preciso torcer para que o técnico Pedro Emanuel recupere o encaixe defensivo perdido com a contusão de Jair. Com o volante em campo, o time havia sofrido um gol em 294 minutos. A partir da ausência, sete em 256. Porque não é só jogar por si. É ler o jogo, conhecer deficiências dos companheiros e preencher os espaços antes que o adversário os perceba. Jair, que havia retornado à equipe no 1 a 1 com o Mirassol, em São Januário, nove meses após a segunda cirurgia no joelho, fez isso por cinco partidas, sustentando a invencibilidade do time. Até deixar o campo aos 14 minutos do duelo com o Santos, bem antes, portanto, de Neymar, Gabriel Barbosa e cia. acharem os já conhecidos espaços na defesa vascaína.



