— Primeiro, eu já recebi o Itaú, Bradesco, Santander, BTG Pactual, e não tinha uma agenda comigo. E quando o Guido veio com o André Vorcaro (sic) a Brasília e pediu para eu atender, eu chamei o (Gabriel) Galípolo (presidente do Banco Central), o Rui Costa (ministro da Casa Civil), da Bahia, que conhecia ele. E ele então me contou da perseguição que estava sofrendo, que tinha gente interessado em derrubar ele, não sei das quantas — disse Lula.



