“Que a Justiça consiga olhar com mais empatia, porque nós, familiares que ficam, estamos sequelados para sempre, e tem muita gente que não sabe a diferença de um erro e de uma pessoa que comete crime (…) Eu, hoje, estou um pouco mais crente que a Justiça está fazendo seu papel, como deve ser feito. Espero que não seja só no meu caso, que seja em todos que estão surgindo”, afirmou.



