Durante uma sessão de julgamento no TRF-2 — que se debruçava sobre o caso, realizada em 8 de setembro do ano passado, cinco dias após a prisão de TH —, o magistrado reconheceu que houve o vazamento, mas “de maneira leviana”, e atribuiu o ato a agentes das polícias Federal (PF) e Civil do Rio (Pcerj), conforme mostra o relatório final, da PF enviado ao Supremo Tribunal Federal no fim de janeiro deste ano.




