Segundo Johanna Regev, pesquisadora da Autoridade de Antiguidades de Israel e do Instituto Weizmann de Ciências, é raro encontrar madeiras antigas com uma quantidade tão elevada de anéis de crescimento: “Até recentemente, conseguíamos datar achados dessa época com uma margem de erro de centenas de anos. Agora, à medida que separamos e coletamos os anéis um a um em campo, podemos obter uma precisão muito maior, potencialmente reduzindo a margem de erro para apenas dez anos.”.



